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Saúde Mental no Trabalho: o que é obrigação das empresas e como ir além da lei

  • Foto do escritor: Aline Hanauer
    Aline Hanauer
  • 26 de jan
  • 2 min de leitura

A saúde mental dos trabalhadores deixou de ser um tema secundário para se tornar uma pauta estratégica dentro das organizações.


Saúde Mental

A legislação brasileira já reconhece a importância do bem-estar psicológico no ambiente corporativo, e as empresas têm obrigações legais nesse sentido. Mas será que apenas cumprir a lei é suficiente?


| O que diz a legislação?


A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e a Constituição Federal garantem o direito à saúde e à dignidade no ambiente de trabalho. Além disso, a Norma Regulamentadora nº 17 (NR-17), que trata da ergonomia, estabelece diretrizes para a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores. Isso inclui aspectos relacionados à saúde mental, como carga de trabalho, ritmo, pausas e ambiente organizacional.


Outro ponto importante é a responsabilidade das empresas em prevenir riscos psicossociais, como assédio moral, sobrecarga, metas abusivas e jornadas exaustivas. O não cumprimento dessas obrigações pode resultar em processos trabalhistas, afastamentos e prejuízos à imagem da empresa.


| O impacto real da negligência


Segundo dados do INSS, os transtornos mentais estão entre as principais causas de afastamento do trabalho no Brasil. Depressão, ansiedade e síndrome de burnout são cada vez mais comuns em ambientes corporativos que negligenciam o cuidado com a saúde emocional dos colaboradores.


Além dos impactos humanos, há também perdas financeiras significativas: queda de produtividade, aumento do turnover, absenteísmo e passivos trabalhistas. Ou seja, cuidar da saúde mental não é apenas uma questão de empatia — é uma decisão estratégica.


| Como as empresas podem (e devem) ir além da obrigação legal?


Ir além da legislação significa adotar uma abordagem integrada, que envolva prevenção, acolhimento e promoção ativa da saúde mental. Algumas práticas recomendadas incluem:


  • Mapeamento de riscos psicossociais: identificar fatores que podem impactar negativamente o bem-estar emocional.

  • Ações de escuta ativa e canais de apoio: criar espaços seguros para que os colaboradores possam se expressar.

  • Treinamentos e sensibilizações: capacitar lideranças para lidar com questões emocionais de forma ética e empática.

  • Promoção de uma cultura organizacional saudável: incentivar o equilíbrio entre vida pessoal e profissional, valorizando o ser humano por trás do crachá.


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Na Norma, acreditamos que saúde mental no trabalho é uma construção coletiva — técnica, estratégica e profundamente humana.


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